ECONOMIA

   
  Imposto de Renda - Dúvidas
  Como declarar prêmios recebidos pela Loteria Federal?
  Sou aposentado mas continuo trabalhando. Como declaro meus rendiimentos?
  Sete maneiras de colocar sua aposentadoria em risco.
  Franquia é opção de investimento para aposentados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imposto de Renda - dúvidas

 
1) Quem precisa declarar o Imposto de Renda?

Deve declarar a pessoa física que:

- Recebeu no ano anterior rendimento tributáveis cuja soma foi superior a R$ 23.499,15;

- Tenha recebido durante o ano anterior rendimentos isentos, não tributáveis, ou tributados exclusivamente na fonte, no valor superior a R$ 40 mil;

- Tenha tido, em qualquer mês, apuração de ganho de capital na venda de imóveis, ou na participação societárias, ou com venda de moeda estrangeira;

- Realizou operações em bolsas de valores, de mercadoria, de futuros e assemelhadas;

- Obteve receita bruta superior a R$ 117.495,75, oriundo de ganhos na atividade rural;

- Passou à condição de residente no País em qualquer mês do ano passado;

- Tenha optado pela isenção no ganho de capital na venda de imóvel residencial e utilizado o valor para a compra de outro imóvel residencial, no Brasil, no prazo de 180 dias;

- Tenha posse ou propriedade de bens e direitos, inclusive terra, no dia 31 de dezembro do ano anterior, cuja somatória seja superior a R$ 300 mil;

 

2) Como eu sei que sou isento? Tenho direito à restituição?

Está isento da declaração do Imposto de Renda a pessoa que não se encaixa em nenhum dos requisitos da primeira pergunta. Ainda assim, contribuintes isentos podem ter direito à restituição. É o caso de quem teve o imposto de renda descontado na fonte e não atingiu o mínimo de R$ R$ 23.499,15 de rendimentos tributáveis.

 

3) Qual a diferença entre o modelo completo e o modelo simplificado da declaração?

O modelo simplificado é indicado para quem possui apenas uma fonte de renda e com despesas dedutíveis que não ultrapassem 20% dos rendimentos tributáveis (limitado a R$ 13.916,36).

Se as deduções forem superiores a esses limites – e o contribuinte tiver como comprovar essas despesas – o melhor é utilizar o modelo completo. Nessa versão, é possível fazer as deduções com despesa de dependentes, instrução, saúde etc.

Caso ainda haja dúvidas sobre o modelo ideal de declaração, a Receita Federal disponibiliza no próprio Programa IRPF 2012 um simulador para que o contribuinte faça um teste e opte pelo modelo adequado.

 

4) Como eu devo declarar dívidas?

As dívidas são declaradas no espaço “Dívidas e ônus reais”. Nesta tela, o contribuinte identifica o tipo de cada dívida e coloca a sua evolução no último ano. É obrigatório declarar apenas valores superiores a R$ 5 mil. No entanto, recomenda-se que todas elas sejam listadas, já refletem na evolução patrimonial.

 

5) Doações são tributadas? Há limite?

As doações não são tributadas na declaração do Imposto de Renda. No entanto, o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), estadual, prevê a cobrança caso doações de uma mesma pessoa para um mesmo recebedor ultrapasse o limite definido por cada estado.

 

6) Quais bens eu declaro no modelo simplificado?

Todos os bens e dívidas devem ser declarados em qualquer modelo.

 

7) O que eu posso deduzir?

Despesas com dependente (com limite anual e individual de R$ 1.889,64), com instrução (com limite anual e individual de R$ 2.958,23), com médicos, hospitais, planos de saúde (sem limites), contribuição patronal para empregados domésticos e pensão alimentícia. Além disso, é possível abater 12% dos rendimentos na contribuição de previdência privada e também abatimento do imposto apurado (somatória de 6%) para incentivos fiscais para cultura, atividade audiovisual, desporto e auxílio a fundos controlados por Conselhos Municipais, Estaduais e Nacionais dos Direitos da Criança e do Adolescente.

 

8) Quem pode ser considerado meu dependente?

- O (a) cônjuge ou companheiro (a) em união estável há cinco anos. Essa obrigatoriedade de tempo cai se houver um filho em comum;

- Filhos (as) ou enteados(as) até 21 anos ou até 24 anos, desde que matriculados em universidade ou curso técnico;

- Filho (as) ou enteados (as) de qualquer idade incapacitados físico ou mentalmente para o trabalho;

- Irmão (ã), neto (a), bisneto (a), sem arrimo dos pais, com até 21 anos. O limite de idade é estendido a 24 anos caso o dependente ainda esteja cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos;

- Pais, avós e bisavós que recebam rendimentos (tributáveis ou não) de até R$ 18.799,32;

- Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;

- Pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador.

 

9) Como devo declarar um imóvel financiado?

O imóvel financiado deve ser declarado em “Bens e Direitos”. O contribuinte lança ou adiciona ao total já existente somente o valor do financiamento pago no ano-calendário, até que ele seja quitado. O mesmo procedimento deve ser adotado para declarar um automóvel financiado.

 

10) Como devo declarar um consórcio?

O valor já pago por um consórcio que ainda não foi contemplado é considerado bem do contribuinte. Informe a soma das parcelas pagas e inclua na tabela Bens e Direitos. Se o consórcio já foi contemplado, basta informar o valor total e declarar o ocorrido na mesma tabela.

 

11) Casei no ano passado e não sei como fazer a declaração. É melhor declarar em conjunto ou individualmente?

Se os cônjuges tiverem rendimentos individuais, é mais indicado fazer a declaração separadamente. A declaração em conjunto é válida para os casos em que um dos cônjuges não possui renda individual e pode ser incluído como dependente.

 

12) Como declarar uma conta conjunta? E um investimento atrelado a essa conta conjunta?

Os cônjuges que realizam a declaração separada devem relacionar em apenas uma das declarações os bens e direitos comuns. Desta maneira, a conta conjunta de um casal pode ser toda declarada pelo titular da conta. Mas se o casal preferir, cada parte poderá dizer à Receita a proporção desses bens comuns.

Para outros tipos de relação, a conta conjunta deve ser declarada por cada parte com o percentual exato de participação. Casais que decidam fazer o acerto com a Receita Federal separadamente devem informar os dados dos respectivos cônjuges em suas declarações.

 

13) Como um casal que se separou em 2011 deve fazer a declaração?

Para fazer a declaração, o casal deve declarar o que foi definido judicialmente na partilha de bens depois de oficializada a separação. Antes os bens eram comuns, mas com o acordo formalizado – judicialmente ou pelo cartório, dependendo do caso –, é preciso deixar isso claro na descrição dos bens. Se todo o patrimônio era declarado por apenas um dos cônjuges a outra parte precisa explicar na declaração que recebeu esses bens em função da separação.

Se o divórcio ainda não foi formalizado na Justiça, a declaração dever ser feita da mesma maneira que nos anos anteriores.

 

14) Eu preciso declarar todas as despesas relativas a 2011?

O que deve ser declarado são os pagamentos feitos a todos os profissionais liberais em geral, como médicos, dentistas, advogados, psicólogos e os gastos com educação.

 

15) Quais são os rendimentos isentos? Eu pago imposto de renda sobre eles?

A lista de rendimentos em que não incidem impostos é extensa, mas entre os principais estão os ganhos salariais inferiores ao limite de isenção, rendimentos do PIS/PASEP, benefícios concedidos pela Previdência Social, recebimento de seguro desemprego e lucro obtido com alienação de bens e direitos, com valores de até R$ 35 mil. Mesmo que não incida imposto sobre esses rendimentos, eles devem estar descritos na declaração.

 

16) Como eu devo declarar indenizações e ganhos de ações judiciais?

Muitas indenizações são isentas de recolhimento de imposto, como o FGTS, por exemplo, mas é preciso analisar cada caso. Em caso de ações judiciais, o imposto é recolhido na fonte, mas o contribuinte deve estar atento ao valor colocado na declaração, pois não é recolhido imposto sobre valores relativos a despesas com honorários advocatícios e remuneração pela prestação de serviços no curso do processo judicial.

 

17) Como eu devo declarar ganhos/perdas com ações do mercado financeiro?

Os ganhos no mercado financeiro devem ser declarados dentro da tela “Renda Variável”. Nela, o contribuinte poderá colocar os dados referentes às operações comuns e às “day trade” (em que se compra e vende a mesma ação no mesmo dia). Todas elas estão sujeitas à tributação mensal. Ganhos líquidos de até R$ 20 mil são isentos, mas acima desse valor, é preciso fazer a apuração de resultado de quanto foi ganho em cada operação. A bolsa de valores faz uma pequena retenção de imposto na fonte, mas a apuração e pagamento têm de ser mensal. Para operações comuns são descontados 15% (0,005% na fonte), para “day trade” esse número sobe para 20% (1% no total). Mas ainda assim é preciso fazer o recolhimento mês a mês.

Se o investidor sofreu prejuízo em algum mês ele não precisa pagar imposto. Além disso, pode compensar o prejuízo de um mês com lucros e ganhos futuros.

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

18) Como declarar prêmios recebidos pela Loteria Federal?

Os ganhos com prêmio de loteria já são tributados na fonte e devem ser declarados no campo “Rendimentos Sujeitos a Tributação Exclusiva”. Especifique que é um prêmio de sorteio de loteria federal e guarde o recibo do valor recebido, caso seja necessária a comprovação junto à Receita Federal.

 

19) Perdi o prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda. Até quando eu posso enviar a declaração?

A declaração vai até o dia 30 de abril e, após essa data, o contribuinte está sujeito à multa de R$ 165,74, se não tiver imposto a pagar. Se houver imposto a pagar, a multa é de 1% ao mês, incidente sobre o imposto devido. O valor da multa nunca pode ser menor que R$ 165,74 ou maior que 20% do imposto devido.

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20) Sou aposentado, mas continuo trabalhando. Como faço a declaração desses rendimentos?

Se o contribuinte tiver menos de 65 anos não há isenção no valor da aposentadoria e os dois rendimentos sofrem tributação e devem ser declarados na tela “Rendimentos Tributáveis”. Já os cidadãos maiores de 65 anos têm isenção na aposentadoria até o limite de R$ R$ 20.163,55. O que passar deste valor entra como rendimento tributável, assim como o salário que ele recebe por seu trabalho.

 

21) Como declarar espólio?

O espólio deve ser declarado quando existirem bens a inventariar. Os três tipos de declarações de espólio precisam ser feitos em nome da pessoa falecida. A inicial corresponde ao ano-base do falecimento, as intermediárias devem se referir aos anos-base em que o processo do inventário transcorreu na Justiça, e a final corresponde ao ano-base em que a repartição de bens foi decidida na Justiça.

 

22) Novidade na declaração de doações:

O ano de 2012 trouxe uma importante atualização na declaração do Imposto de Renda:  pela primeira vez as doações feitas entre 1º de janeiro e 30 de abril deste ano que forem destinadas a programas patrocinados por     recursos do Estatuto da Criança e do Adolescente  poderão ser deduzidas do imposto devido nesta mesma declaração, no ano em que foi feita. Também poderão ser descontadas, pela primeira vez, doações feitas em 2011 ao Fundo do Idoso.

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7 MANEIRAS DE COLOCAR SUA APOSENTADORIA EM RISCO

 

Talvez você não saiba, mas existem muitas maneiras de colocar a perder todo esse esforço. Veja a seguir algumas das mais comuns:

1) - Gastar demais:

 

A forma mais óbvia de continuar trabalhando até morrer é não poupar e gastar à vontade em coisas que você acha que precisa mas poderia passar sem ter. Viagens de férias, troca anual de carro, reformas dispendiosas do imóvel podem parecer essenciais em um primeiro momento, mas você precisa se perguntar se: (1) precisa realmente disso e (2) pode bancar esse gasto.

Se achar que realmente precisa, então é preciso ver se é o caso de economizar em outras áreas - talvez viajar pelo Brasil ao invés de um cruzeiro na Europa ou reduzir o número de vezes em que vai a restaurantes.

2) - Poupar menos do que poderia

Os analistas financeiros recomendam colocar suas economias em um plano de previdência privada com benefícios fiscais como o PGBL ou VGBL, mas quem tem um plano patrocinado pela empresa não pode perder a oportunidade de contribuir pelo menos com o suficiente para igualar a contribuição da patrocinadora. Alguns analistas acreditam que igualar a contribuição da empresa ainda é pouco e que o funcionário deveria contribuir com no mínimo 10% de seu salário. Essa poupança adicional fará pouca diferença no dinheiro que sobra em seu bolso, mas ao longo dos anos, terá um impacto enorme no valor acumulado para sua aposentadoria.

3) - Subestimar o imposto a pagar

Muita gente acredita que os aposentados estão isentos do pagamento de impostos. É comum ter idéias equivocadas sobre como é a vida depois de aposentado, inclusive sobre a alíquota de imposto de renda que incidirá sobre sua renda mensal. Já que é difícil deixar de pagar impostos, é importante levá-los em consideração ao planejar a parte financeira da aposentadoria.

4) - Superestimar o retorno de investimentos

Juros compostos são realmente incríveis. Um pouco de dinheiro a cada mês pode resultar em um montão de dinheiro ao final de um longo período. Mas você tem controle limitado sobre essas variáveis. Se começar a poupar com atraso, terá que aumentar o valor poupado a cada mês para compensar a equação.

E não adotar uma estratégia de gestão de investimentos compatível com seu planejamento pode ter resultados inesperados. Um portfólio excessivamente agressivo para quem vai precisar dos recursos no curto ou médio prazo pode ser perigoso, já que deixa pouco espaço de manobras para lidar com a volatilidade do mercado. Por outro lado um portfólio excessivamente conservador pode não crescer o necessário devido à inflação do período. As  pessoas às vezes assumem que o mercado irá crescer a taxas constantes e superestimam o nível de certeza em um ambiente de incertezas que exige vigilância contínua.

5) - Errar no cálculo da receita que terá ao longo do tempo

Alguns otimistas acreditam que um dia sua receita irá alcançar seu nível de despesas e eles terão finalmente dinheiro para pagar suas dívidas e economizar para o futuro. As pessoas mais jovens têm vivido em uma economia saudável e não se lembram da época de inflação galopante e altas taxas de desemprego. Todo mundo sabe que deveria ter uma poupança de valor equivalente a 6 meses o total de suas despesas mensais, mas a maioria das pessoas não se preocupa com isso e continua gastando em roupas e eletrônicos. Em um momento de necessidade financeira, essas pessoas não terão um fundo emergencial para financiar suas despesas até que as coisas melhorem.

6) - Adotar o estilo avestruz de planejamento financeiro

Mesmo que você tenha escapado dos apelos publicitários e conseguido juntar um bom dinheiro em sua conta bancária, muita coisa ainda pode dar errado. A falta de planejamento pode trazer surpresas difíceis de contornar. Como a necessidade de cuidados médicos prolongados ou de prestar ajuda financeira aos filhos ou familiares.

O seu planejamento indica que deve poupar uma certa quantia a cada mês a qual, aplicada a uma taxa esperada de retorno irá representar um determinado valor ao final de 25 ou 30 anos. Mas e se um dos cônjuges vier a falecer no ano que vem?

Qualquer catástrofe pode mudar potencialmente os planos financeiros de longo prazo, mas se preparar para imprevistos pode atenuar seus riscos. Um plano de saúde de ampla cobertura, apesar de caro, pode proteger suas economias no caso de uma doença prolongada. Um seguro de vida pode proporcionar alguma tranqüilidade para o cônjuge e os filhos.

7) - Manter-se ignorante sobre investimentos


Todo o esforço colocado em poupar para o futuro pode ser jogado fora se você não souber usar suas economias. Quando se trata de investimentos, a ignorância pode prejudicar o crescimento. Um erro comum é possuir vários fundos da mesma categoria, deixando de lado os preceitos de alocação de ativos e diversificação. As pessoas tendem a subestimar a importância de diversificar seu portfólio. Se você não souber ou não tiver tempo para monitorar sua carteira de investimentos, procure a orientação de seu gerente de contas ou de um consultor financeiro.

Como você pode ver, quando se trata de suas economias o preço da tranqüilidade é a eterna vigilância. Mas olhe pelo outro lado: administrar sua situação financeira pode acabar se mostrando uma forma gratificante de usar parte de seu tempo livre nos anos de aposentadoria.

 

Guardar dinheiro para a aposentadoria não é fácil. Anos a fio trocando o prazer de comprar tudo o que tiver vontade pela gratificação de saber que terá dinheiro suficiente para viver seus anos de aposentadoria com conforto e tranqüilidade. Mas será mesmo?

 

 

Esta informação tem caráter educativo apenas e não deve ser considerada como recomendação de investimentos. Procure a orientação de um consultor financeiro antes de tomar suas decisões de investimentos.

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FRANQUIA É OPÇÃO DE INVESTIMENTO PARA APOSENTADO

 

Para pessoas hiperativas e que estiveram empregadas por pelo menos 35 anos de suas vidas, o sossego pode não ser o momento mais esperado da aposentadoria.

 

Para uma população que hoje apresenta mais qualidade de vida, essa pode ser a chance de retomar novos projetos ou dedicar-se ao próprio negócio. Uma pessoa acima dos 50 anos já traz em sua bagagem profissional uma experiência de negócios e gestão, o que reduz o risco de falha ao empreender uma franquia.

 

Para esse público que deseja manter-se ativo, com uma fonte de renda fixa e simultaneamente ter tempo para dedicar à família e lazer, o novo negócio deve possibilitar a flexibilidade de tempo. Segundo dados do IBGE, a volta dos aposentados ao mercado está num processo ascendente. De 2000 para 2011, subiu 63%, de 3,3 milhões para 5,4 milhões, o número de parcialmente “inativos” que desempenham alguma atividade econômica.

 

A Nutty Bavarian, tradicional rede de franquias especializada na comercialização de nuts glaceadas doces e salgadas, é um exemplo de negócio que oferece bom rendimento e dedicação em tempo parcial por parte do franqueado após o período inicial.

 

Com aproximadamente 20% de franqueados acima dos 50 anos de idade, a Nutty Bavarian, oferece três modelos de quiosque para o investidor, que deve escolher o que mais se adequa a sua capacidade de investimento inicial e expectativas de retorno. “A quantidade de franquias nas mãos desse público tende a crescer, pois nosso modelo de negócio não exige dedicação exclusiva, sendo assim o investidor pode ter outras ocupações e horário flexível. Ou seja, é um nicho que pode se abrir para este perfil de pessoas”, afirma Adriana Auriemo, diretora-executiva da rede.

 

Por ser um negócio no ramo de alimentação, com a possibilidade de instalação em diversas localidades como shopping centers, aeroportos, feiras, cinemas e outros pontos, as unidades normalmente funcionam todos os dias, das 10h às 22h.

 

Com a quantidade adequada de funcionários no quiosque, de acordo com o modelo escolhido, o empreendedor, cujo perfil não exige qualquer formação específica, pode gerenciar e acompanhar o negócio sem a necessidade de estar presente diariamente, por ser de simples operação.

Atualmente, o investimento para iniciar a operação da Nutty Bavarian gira em torno de R$ 70 mil, com faturamento mensal médio de R$ 28 mil e retorno rápido, entre oito e quinze meses. O fluxo de clientes/mês está na casa dos três mil em cada quiosque.

 


Fonte: Mariana Giorgiani - MR Comunicação Estratégica